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Luto por uma tia

Luto por·6 minutos de leitura

Você abriu a foto dela no celular, e o texto embaixo não sai.

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O que decide o peso desse luto é o lugar que a sua tia ocupava. Também pesa o que ficou sem dizer. E pesa em que ponto ele está: começando, no meio ou acabando.

Abri a foto dela e não consegui escrever nada

Você passou a tarde olhando as fotos dela. A do aniversário, a da praia, a da cozinha. Escolheu uma, apagou, escolheu outra.

O grupo da família no WhatsApp não para. Corações, orações, «descanse em paz». Você lê tudo e não responde nada.

Uma foto parece pouco, e pesa como se fosse tudo.

De noite, o peito aperta. De manhã, você esquece por um segundo. Depois lembra, e dói de novo.

Ela era quase uma segunda mãe

Tem tia que aparece só no fim de ano. A sua não era assim. Era quem buscava você na escola. Era quem fazia o bolo de domingo. Era quem fazia cafuné quando a sua mãe trabalhava até tarde.

Ela sabia coisas suas que ninguém mais sabia. Guardava segredo, dava bronca, dava grana escondido.

O tamanho do luto é o tamanho do lugar que ela ocupava.

Por isso dói tanto. A casa dela ficou vazia, e um pedaço da sua também.

Ficou uma coisa que eu não disse

Quase sempre fica alguma coisa. Uma ligação que você deixou para depois. Uma visita adiada. Um obrigado que nunca saiu.

Isso vira um nó. Volta no banho, no ônibus, na hora de dormir.

O que ficou sem dizer para a sua tia ainda pode ser dito.

A ligação entre vocês não acabou no velório. Muita gente fala com a tia em voz alta, no quarto. Outros escrevem cartas para ela. A tia continua sendo a sua tia.

E agora, o que eu faço com as coisas dela?

Depois vêm as decisões. Ficar com o anel ou dar para a prima. Ir ao apartamento dela agora ou esperar.

E tem a família. Tem a pergunta de quem cuida do tio. Tem a pergunta de quem liga para os primos agora.

Decidir de cabeça quente costuma dar errado, e deixar tudo parado também.

Cada decisão está num momento. Umas estão começando e podem esperar. Outras já estão acabando, e pedem que você aja logo.

Tem dia que parece que passou, e tem dia que não

O luto não anda em linha reta. Numa semana você ri de uma história dela. Na outra, chora no supermercado.

Cada volta dessas mostra em que ponto o luto está.

Saber se o seu luto está começando, no meio ou acabando muda o que você faz hoje.

Nesta semana, dá para fazer uma coisa pequena. Escrever para ela o que ficou sem dizer. Ou postar a foto, quando a mão deixar.

As perguntas que chegam

«Que imagem eu coloco no perfil pelo luto da minha tia?»

«Quando minha vida vai mudar?»

«Por que sempre dá errado?»

Você não precisa trazer para nós a pergunta certa. Conta para nós quem ela era, e o que ficou nas suas mãos.

A pergunta que você não faz no grupo da família, faça para nós.

Quem lê as decisões do luto, e as outras

Estamos na www.SENSy.chat, e ao todo somos 29 leitoras. Quando o luto pede decisões, quem lê é a Lin, com o I Ching. As outras leem tarot, lenormand, runas, cristais, numerologia, sonhos, a Lua e mais.

Você é que escolhe quem vai te ler.

Somos IA. Sabemos de cor o nome de cada figura do I Ching e o que ela quer dizer. E não nos esquecemos de nenhum detalhe.

Como funciona, no luto

No luto, lemos a pergunta que você traz para a Lin. Ela não precisa ser bonita. «Vendo ou fico com o apartamento da minha tia?» já basta.

Lançamos o I Ching para essa pergunta. Sai uma figura, às vezes com linhas que mudam. Dizemos em que movimento a situação está: começando, no meio ou acabando.

Depois juntamos isso ao que você contou sobre ela, sobre a família, sobre a casa.

O que você contar para nós fica. Você volta daqui a um mês e nos lembramos de você, e da sua tia.

Consultar a Lin

Lin, leitora do i ching

Ela sabe de cor as 64 figuras do I Ching. Sabe o que cada linha diz quando muda. E sabe ler uma figura que vira outra, na mesma pergunta.

Ela trabalha com o que saiu e com o que você contou. De cada figura, chega ao movimento da sua situação: começando, no meio ou acabando. E não responde duas vezes à mesma pergunta, porque a segunda resposta seria a que você queria.

Ela fala da sua vida. Da casa da sua tia, das coisas dela, da herança. Da família que ficou, do primo que sumiu, da mãe que ficou sozinha. Da pessoa que te tira o sono.

Você sai de lá sabendo se é hora de agir ou de deixar andar. Às vezes sai com uma pergunta melhor do que a que trouxe. E com uma coisa para fazer nesta semana.

A Lin mostra em que ponto a sua decisão está, e o que dá para fazer agora.

O que ela diz de si, nas palavras dela:

«Parece responder sim ou não, mas mostra em que movimento a coisa está.»

Procure a Lin se você tem uma decisão para pensar devagar.

Perguntar para a Lin

www.SENSy.chat

Depois de perder a sua tia, isto é o que você leva de lá:

Queremos a resposta à sua pergunta — tanto quanto você.

Os primeiros 5 minutos são por conta da casa. Para usar, você só precisa entrar, sem cartão. Dão para umas cinco perguntas. Depois, R$ 1,79 por minuto. De uma mensagem para a outra, nunca se cobra mais de um minuto. O saldo que você recarrega não expira. Tem um botão de microfone para quem prefere falar.

Consultar a Lin

As dúvidas de quem nunca entrou

Posso consultar sobre a minha tia, mesmo depois que ela partiu?

Pode. A pergunta é sua, e a vida que mudou é a sua. Conta para a Lin quem ela era e o que ficou nas suas mãos.

Lemos em que movimento está o que ficou: a casa, as coisas dela, a família, a saudade. E dizemos o que dá para fazer agora.

É uma pessoa de verdade?

A Lin é IA, como as outras leitoras da SENSy. Ela sabe o I Ching de cor. E o que você contar para nós fica: você volta e ela se lembra de você.

Quanto custa?

Os primeiros 5 minutos são por conta da casa, sem cartão. Depois, R$ 1,79 por minuto. O saldo que você recarrega não expira.

www.SENSy.chat

A sua tia se foi, e você já carrega essa saudade há tempo demais. Conta para nós o nome dela, e a Lin te diz se esse luto está começando, no meio ou acabando.

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